podcast.png

A Paixão de Dilma ou A Primeira Presidenta do Brasil (podcast)

Não-Grupo

Nós do Não-Grupo, recriamos o espetáculo “A Paixão de Dilma ou A Primeira Presidenta do Brasil”, para este momento pandêmico. Em formato de podcast, compartilhamos uma criação, atuação e eventos sonoros de modo adaptado do espetáculo que nasceu e já foi apresentado nos prédios da UDESC em 2018. É uma peça criada na disciplina de Direção I com o professor Faleiro e tem em seu elenco somente pessoas vinculadas à UDESC. Fizemos todos em nossas casas os áudios separadamente e a posteriori editamos o material. Criamos a atmosfera sonora do nosso espetáculo neste material.

SONORAS _

24 de abril a 26 de junho

Todo o período

Versão acessível
Versão acessível

Ficha Técnica

Direção e dramaturgia:

Vinícius Huggy


Atrizes:

Giovanna Bittencourt, Kerol Bergamin, Talita Corrêa e Bruna Puntel


Atores:

Stephan Baumgärtel, Rômulo Cassante, Guilherme Trautmann

Presença especial em processo e na apresentação:

Juliana Krause


Concepção e edição de podcast:

Giovanna Bittencourt


Concepção sonora:

Henrique Visigodo


Participação musical especial:

Fernando Bresolin

MiniBio

O NÃO-GRUPO surge no contexto de luta e engajamento da universidade pública. É formado por artistas que, na união dos corpos, acreditam no lúdico e na poética como forma de compor as dramaturgias fantásticas que lhes surgem em forma de teatro, dança e performance. Como meio de resistência, o modus operandi do grupo é baseado na coletividade caótica e re-organizada, onde também adentram aqueles que, de maneira muito generosa, colaboram com os processos artísticos. O NÃO-GRUPO, como núcleo fixo, é composto pelos artistas: Vinicius Huggy, Juliana Krause, Giovanna Bittencourt, Rômulo Cassante e Kerol Bergamin, mas o coletivo deste grupo, generosamente também é integrado por artistas compositores de outras montagens, como em A Paixão de Dilma. O núcleo solto é formado por: Marcio Gonzaga, Talita Corrêa, Gaia Colzani, Henrique Hammerschmitt Da Veiga, Fernando Bresolin, Luiz Antonio Brasil, Bruna Puntel e o professor doutor pesquisador em dramaturgia, Stephan Baumgartel. Para nós, se tratava do corpo que já tinha repertório e modo de trabalho em sala que parecia, aos nossos olhos, extravasar todo o comum cotidiano da subjetividade criativa.